Este novo blog pretende reproduzir exemplos de manipulação de toda a imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta que forma um público tão vil como ela mesma.
Reuniremos aqui o que Globo, Veja, Folha, Estadão e seus asseclas publicam para manipular o leitor, assim como suas mancadas.
Qualquer semelhança com a atuação de Goebbels, ministro da propaganda nazista e autor da famosa frase “Uma mentira muitas vezes repetida acaba tornando-se verdade”, terá sido mera coincidência.
Imaginem se fosse o Lula assim tão mal educado com a imprensa. E se fosse a Dilma? Nem dá pra supor o que aconteceria. Seria caso de impeachment? Acho que sim. Acontece que a estupidez foi cometida pelo monstro que eles criaram e, agora, vão ter que engolir. O texto a seguir foi lambido do G1/Brasília. Joaquim Barbosa saía de reunião do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do qual também é presidente, quando foi abordado pelo repórter Felipe Recondo, do Estado de São Paulo. Recondo iniciou uma pergunta: “Presidente, como o senhor está vendo…”. Barbosa interrompeu e, em tom alto, disse: “Não estou vendo nada”. Depois, na presença de jornalistas de vários veículos, o presidente se voltou para o jornalista, aos gritos: “Me deixa em paz, rapaz. Me deixa em paz. Vá chafurdar no lixo como você faz sempre”. O repórter, então, diz: “O que é isso, ministro? O que houve?”. Barbosa responde: “Estou pedindo, me deixe em paz. Já disse várias vezes ao senhor”. O jornalista tentou mais uma vez conversar com o presidente do tribunal. “Eu tenho que fazer pergunta, é meu trabalho.” E Barbosa, gritando, novamente disse: “Eu não tenho nada a lhe dizer. Não quero nem saber do que o senhor está tratando.” Depois, do elevador do prédio, Barbosa disse em tom alto: “Palhaço”. O diretor de redação do Estado de S.Paulo, em São Paulo, Ricardo Gandour, disse que é um fato público e não vai comentar o episódio. Até quando a imprensa ficará assim submissa ao monstro que criaram? Na foto lá em cima, o mal educado com a jovem namoradinha, uma advogada que deverá ganhar todas as causas em todas as instâncias, entrâncias e reentrâncias do poder judiciário. Mas, que tome cuidado: o cara já foi parar na delegacia por agressão à esposa.
Reportagem
do jornal americano Los
Angeles Times publicada neste domingo 3 destaca que, mesmo com uma
popularidade de 78%, a presidente Dilma Rousseff não tem o apoio da imprensa no
Brasil. Intitulada “Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, é popular, mas não na
mídia”, a matéria afirma: “Nenhum grande veículo a apoia, sendo que alguns
jornais e revistas são particularmente duros em suas críticas”. O texto começa fazendo um
resgate histórico, citando que houve comemoração por parte da maioria da mídia,
controlada por poucas famílias, quando o presidente esquerdista João Goulart
foi deposto pelo governo militar, em 1964. Nos anos de ditadura que se
seguiram, porém, o regime militar censurou a imprensa. Agora, que o País é
governado desde 2003 pelo PT, que deixou a mídia em paz, os veículos, das
mesmas famílias, são críticos a ele. Isso ocorre, lembra a
reportagem, mesmo diante de um governo cuja aprovação da população chega a 78%.
“É uma situação única”, diz Laurindo Leal Filho, especialista em mídia na
Universidade de São Paulo. Segundo ele, a imprensa “ainda reflete os valores da
velha elite”, ao contrário de uma parcela da população, que aprendeu a
conviver, segundo ele, com a outra parcela menos favorecida, que antes era
excluída, mas agora ascendeu socialmente. Enquanto isso, continua a
reportagem, a presidente, que foi torturada na ditadura por suas atividades de
esquerda, assumiu no tranco a crítica dos meios de comunicação, reafirmando
periodicamente sua crença na liberdade de expressão. Segundo o ex-presidente
Lula, que falou por telefone com o jornal, “todos que viajam ao Brasil vê que o
País mudou. A Globo distorce a verdade, mas isso não é tão ruim. Quem se
importa? Eles podem dizer o que bem entenderem”.