"Senado aprova Copa com sigilo e sem licitação
O governo venceu a batalha no Senado e aprovou com folga o regime especial que dispensa licitações e mantém o sigilo sobre obras da Copa."
Se isto fosse verdade, mereceria manchete em corpo 90 no alto da capa do jornal. Como se trata de mera manipulação, mereceu apenas cinco centímetros de coluna.
O Globo não tem qualquer escrúpulo nem respeito pelo leitor quando quer combater o governo. Pela nova lei, não haverá dispensa de licitações nem sigilo sobre as obras.
A verdade é que nas licitações para as obras da Copa os interessados em sua execução não mais saberão quanto o governo terá para gastar. Assim, não poderão fazer acordos entre si para participar das licitações. Cada um terá que apresentar o seu preço. Encerrada e aprovada a licitação, todos saberemos seu resultado e quanto custará a obra.
É o mesmo que acontece com cada um de nós quando vamos contratar um profissional para executar uma reforma, uma pintura, uma revisão elétrica, em nossa própria casa. Como não somos trouxas, pesquisamos o preço com alguns profissionais sem dizer a eles o quanto temos para gastar.
Não satisfeito com manipulação tão primária, O Globo apresenta a manchete "Dilma desmonta esquema de corrupção da época de Lula" sobre a exoneração do Ministro dos Transportes.
É verdade. A corrupção deste ministério vem de longe, assim como a investigação da Controladoria Geral da União e da Polícia Federal. Qualquer investigação sobre corrupção leva tempo e esta começou sob sigilo em 2009 - com Lula presidente - e somente agora foi encerrada.
Somente agora tudo ficou provado e a Dilma agiu rigorosamente demitindo os corruptos.
Simples assim, nada a ver com "corrupção da época de Lula".
Este novo blog pretende reproduzir exemplos de manipulação de toda a imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta que forma um público tão vil como ela mesma. Reuniremos aqui o que Globo, Veja, Folha, Estadão e seus asseclas publicam para manipular o leitor, assim como suas mancadas. Qualquer semelhança com a atuação de Goebbels, ministro da propaganda nazista e autor da famosa frase “Uma mentira muitas vezes repetida acaba tornando-se verdade”, terá sido mera coincidência.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
DOMINIQUE STRAUSS-KHAN
“Camareira deu falso testemunho ao júri”, dizem os promotores americanos.
O advogado de defesa teve dificuldade para negar informações sobre indivíduos que, nos últimos dois anos, depositaram cerca de US$ 100 mil na conta bancária da camareira que acusou DSK de estupro. E não puderam negar uma conversa telefônica com um preso na qual a suposta vítima "discutiu sobre o interesse de continuar as acusações contra Strauss-Kahn”.
Sobre o dinheiro, o advogado limitou-se a dizer que "não se trata de US$ 100 mil". Quanto à ligação com o preso, o advogado admitiu que ocorreu: "Quando estava ao telefone com este homem, que ela não sabia que era um traficante de drogas, disse o que aconteceu no quarto do hotel e foi consistente com o que havia contado ao júri e aos promotores desde o primeiro dia", afirmou o advogado.
O ex-diretor-gerente do FMI Dominique Strauss-Kahn foi libertado nesta sexta-feira de sua prisão domiciliar depois de uma reviravolta no caso, com a revelação de suspeitas sobre a credibilidade da vítima. As acusações, contudo, foram mantidas e ele não deve deixar o país até o fim do julgamento.
O escândalo levou DSK a renunciar ao cargo no FMI e acabou com suas chances de concorrer à Presidência francesa em 2012. Ele era um dos favoritos.
A acusação contra ele ainda não foi retirada. Mas, na França, Dominique foi inocentado. Em toda a mídia francesa só se fala nisso. Humilhados publicamente pelos americanos que se apressaram em condenar um dos políticos mais populares do país como um “pervertido”, os franceses tiveram o primeiro gosto de revanche contra um país que eles admiram tanto quanto detestam.
Este caso tem paralelo com o caso Palloci. Demonstra bem o que a imprensa é capaz de fazer. Em ambos, o objetivo foi apenas encerrar a carreira política de fortes candidatos ao governo. Um em São Paulo, outro na França.
Senão, por que será que a imprensa abandonou o caso Palloci e não se aprofundou nas razões do seu suposto enriquecimento “ilícito”?
terça-feira, 21 de junho de 2011
MERCADANTE É A BOLA DA VEZ
Agora que o Palloci é carta fora do baralho e o Fernando Haddad se aquietou com a falsa polêmica do “nóis pega o peixe”, o outro provável candidato do PT ao governo de São Paulo ganha as manchetes.
Aloísio Mercadante está na pauta, é o assunto do dia. Após algumas pequenas notas na Folha e no Estadão, Veja vomita uma reportagem com as reminiscências do que na época – há mais de cinco anos – essa mesma imprensa chamou de “dossiê dos aloprados”. O Globo foi logo atrás e publica hoje na cabeça da primeira página, em quatro colunas, que o MP quer retomar a investigação sobre o caso. Pegaram um promotorzinho de Cuiabá, naturalmente sedento de publicidade, para falar em nome do Ministério Público.
A oposição moribunda está vibrando com mais este linchamento público que não vai levar a nada. Certamente vai querer instaurar uma CPI para colocar novos holofotes sobre o caso e dar-lhe mais tempo de vida na pauta.
Vão tentar derrubar mais um ministro. O objetivo é perturbar o governo Dilma e não permitir que o PT apresente um candidato forte ao governo de São Paulo.
A Veja só não diz que o dossiê versava sobre um fato verdadeiro: a Máfia das Ambulâncias - que teve origem na gestão do então Ministro José Serra em 2001 - descoberta pela Operação Sanguessuga da Polícia Federal em 2006. O esquema era comandado pela empresa Planam, de Mato Grosso, da família Vedoin (Luiz Antonio e seu pai, Darci) e envolvia parlamentares e funcionários do Ministério da Saúde.
O dossiê continha vídeos e fotos em que José Serra aparece, junto com vários deputados incriminados no esquema de fraudes, entregando pessoalmente as ambulâncias em diversos municípios do Brasil e agradecendo o empenho destes nas emendas parlamentares junto a pasta da saúde. Isto além de uma reportagem da IstoÉ com depoimento dos Vedoin, fotos diversas e reportagens do Correio Brasiliense, mostrando um ofício do Secretário Executivo do Ministério da Saúde, na gestão Serra, determinando ao Fundo Nacional de Saúde para “providenciar o empenho e elaboração do convênio com os municipios”.
LULA FALA DE BLOGS AOS BLOGUEIROS
No 2º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, Lula falou sobre a importância dos blogueiros como fonte de informações alternativas. Falou da imprensa, dos falsos formadores de opinião, de democracia, de liberdade e da liberdade de expressão. Falou ainda da banda larga para todos, das mulheres e da bolinha de papel, entre outros temas.
Vale a pena ver e ouvir.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
MÍDIA MUDA DE ASSUNTO
Quando faz o linchamento de alguém, a mídia o faz sempre no futuro do pretérito. Foi assim no caso Palloci e será sempre que a mídia quiser destruir alguém, isto é, o massacre é feito no condicional que indica ser a verdade de uma proposição dependente da verdade de outra.
A manipulação fica oculta e o leitor não vê os sofismas. Nem aqueles mais críticos e conscientizados.
Não importa se a manifestação do Procurador Geral da República, feita no imperativo afirmativo, foi pela legalidade e retidão das atividades profissionais de Palloci e pela inexistência de qualquer fundamento nas alegações apresentadas pela imprensa sobre sua conduta.
Mesmo assim, e considerando que a continuidade do embate político poderia prejudicar suas atribuições no governo, Dilma e Palloci decidiram pelo afastamento do “primeiro ministro”.
A Rede Gloebbels comemorou a sua saída e, depois, mudou de assunto. Palloci era carta fora do baralho e não mais interessava à pauta.
Quando à frente da Fazenda, Palloci conquistou a imagem de pilar da estabilidade macroeconômica no mundo financeiro e empresarial.
Palloci sempre esteve nos corações e mentes dos investidores que sugeriram à Dilma o seu nome para a Casa Civil, Fazenda ou presidência do Banco Central, para o bem da economia. O HSBC até previu que a Bolsa reagiria positivamente se Palloci fosse para a Casa Civil.
Os clientes de Palocci estão entre as maiores empresas do país: Itaú Unibanco, Pão de Açúcar, Íbis, LG, Samsung, Claro-Embratel, TIM, Oi, Sadia Holding, Embraer Holding, Dafra, Hyundai Naval, Halliburton, Volkswagen, Gol, Toyota, Azul, Vinícola Aurora, Siemens, Royal Transatlântico.
Como não podem existir corruptos sem corruptores, por que a imprensa e a oposição não foram pra cima dessas grandes empresas cobrar explicações? Por que são grandes anunciantes da Rede Gloebbels e importantes financiadoras das campanhas políticas?
Sim. E também porque Palloci não tem mais condições de se eleger governador de São Paulo. Participando do sucesso do governo Dilma, Palloci seria o candidato natural que reuniria o útil – o apoio de Lula e do mundo financeiro e empresarial – com o agradável – o voto da classe média paulista.
Toda a campanha contra ele, agora esquecida, teve como objetivo apenas este: manter a moribunda oposição – PSDB/DEM – no governo de São Paulo.
domingo, 29 de maio de 2011
ÉPOCA QUER MATAR A DILMA
A capa desta semana da Época supera qualquer outra defecada pelo departamento de arte da Veja. Abusaram do photoshop para fechar os olhos da Dilma e dar-lhe uma máscara mortuária.
Tudo para simular uma suposta gravidade dos problemas de saúde da presidenta.
Vejam abaixo a foto original e aquela que aparece na sórdida e funesta capa. É a mesma foto: reparem no ângulo das fotos, nos lábios, notem o brinco à direita e a pérola na corrente do colo.
O jornalismo de esgoto não termina aí. Ainda publica todas as avaliações clínicas, os exames realizados e os medicamentos que foram prescritos numa clara demonstração de quebra do sagrado sigilo entre médico-paciente. Tudo para insinuar que a presidenta está à beira da morte.
Assim a Rede Gloebbels se mantém na sórdida campanha contra o governo e contra o país. Que prestígio internacional poderá conquistar uma presidenta moribunda?
Os médicos, porém, desmitificam mais esta farsa da nossa imprensa cínica, mercenária, demagógica, corrupta e, agora, também sórdida e agourenta.
SÃO PAULO - A íntegra do relatório médico sobre a presidente Dilma Rousseff, assinado pelos médicos Antônio Carlos Onofre de Lira, diretor técnico, e Paulo Ayroza Galvão, diretor clínico do Hospital Sírio-Libanês:
"Por solicitação da Exma. Presidenta da República, Sra Dilma Vana Rousseff, o Hospital Sírio-Libanês emite o presente relatório médico.
No início de 2009 a Presidenta Dilma Vana Rousseff foi submetida a avaliação clínica por seu cardiologista, Professor Dr. Roberto Kalil Filho, quando foram indicados exames de rotina, incluindo uma angiotomografia de coronárias, realizada em 20 de março de 2009 no Hospital Sírio-Libanês. Neste exame foi detectado um nódulo axilar esquerdo, com 2,3 cm . de diâmetro e características suspeitas. Uma biópsia excisional deste gânglio foi realizada no dia 3 de abril de 2009, e o diagnóstico final foi de Linfoma Difuso de Grandes Células do tipo B, CD20 positivo. Exames de estadiamento incluíram PET-CT e biópsia de medula óssea, sem achados adicionais. O estadiamento final foi IA.
De abril a julho de 2009, a Sra. Presidenta recebeu tratamento específico para seu tipo de linfoma, incluindo 4 ciclos de R-CHOP (Rituximab, Ciclofosfamida, Vincristina, Doxorrubicina e Prednisona). Durante o tratamento a paciente apresentou miopatia por corticóides e neutropenia transitória. Como complementação ao tratamento quimioterápico, foi indicada e realizada radioterapia envolvendo a axila e fossa supra-clavicular esquerdas. Após o término do tratamento, a paciente foi considerada em remissão completa, passando a acompanhamento de rotina.
Em 23 de dezembro de 2009 a Presidenta Dilma veio a este hospital com sintomas de vias aéreas superiores, acompanhados de febre baixa, sendo diagnosticada com Influenza A (H1N1), por técnica de PCR no swab nasal, tendo sido tratada com Oseltamivir, com resolução completa do quadro.
Em 20 de março de 2010, a Sra. Presidenta apresentou um edema na região cervical. Nesta mesma data, optou-se pela retirada do cateter venoso central (port-a-cath) com resolução quadro clinico.
Na noite de 30 de abril de 2011, a Sra. Presidenta deu entrada no Hospital Sírio-Libanês com sintomas de tosse, febre e mal-estar geral. Foram realizados exames completos que incluíram sorologias, hemoculturas, exames gerais e tomografia de tórax. O diagnóstico final foi de uma broncopneumonia. A Sra. Presidenta foi tratada com os antibióticos Ceftriaxona e Azitromicina, com resolução completa dos sintomas. Os exames sorológicos específicos e culturas não identificaram o agente etiológico. Na mesma data, foram realizados exames de imagem e de sangue para controle do linfoma, todos com resultados negativos. A Presidenta Dilma continua em remissão completa do linfoma, e não há nenhuma evidência de deficiências imunológicas, associadas ou não ao tratamento do linfoma realizado em 2009.
Em 21 de maio de 2011 a Sra. Presidenta realizou tomografia de tórax de controle, mostrando resolução completa do quadro de pneumonia detectado no mês anterior.
Do ponto de vista médico, neste momento a Sra. Presidenta apresenta ótimo estado de saude.
As equipes que assistem a Sra. Presidenta são coordenadas pelos Profs. Drs. Roberto Kalil Filho, Paulo Hoff, Yana Novis, David Uip, Raul Cutait, Carlos Carvalho e Milberto Scaff, Julio Cesar
sábado, 21 de maio de 2011
SUDERJ INFORMA: sai Mantega, entra Palocci
Como a catastrófica inflação galopante prevista pela Rede Gloebbels não aconteceu, os déspotas da imprensa terrorista abandonaram o ministro da fazenda e partiram para o ataque contra o ministro da educação com a falsa polêmica sobre o livro “Por uma vida melhor” que ensinaria as criancinhas a falar errado.
Diante da reação imediata da “blogosfera” e da intelectualidade, a Rede Gloebbels desistiu de mais um combate perdido e abriu uma nova frente batalha contra o governo.
Diante da reação imediata da “blogosfera” e da intelectualidade, a Rede Gloebbels desistiu de mais um combate perdido e abriu uma nova frente batalha contra o governo.
Agora, o alvo do ataque é o ministro Palocci que ganhou uma boa grana enquanto esteve fora do governo Lula, tal como todos os outros ministros da fazenda desde Delfim Neto.
Parece que a imprensa calhorda, cínica, manipuladora, mercenária, demagógica e corrupta, não tem a coragem de atacar diretamente a Dilma, mas tem como único objetivo enlamear o seu governo. E apontam a sua artilharia para o principal ministro de seu governo.
Parece que a imprensa calhorda, cínica, manipuladora, mercenária, demagógica e corrupta, não tem a coragem de atacar diretamente a Dilma, mas tem como único objetivo enlamear o seu governo. E apontam a sua artilharia para o principal ministro de seu governo.
Folha, Estadão, Globo e Veja, hoje, apresentam na primeira página acusações contra Antonio Palocci. Ontem, o Jornal Nacional também dedicou um bom tempo para atacá-lo. Enquanto isso, a oposição moribunda vai apresentando pedidos de CPI contra o ministro.
O caso pode afetar a confiança de investidores estrangeiros no país e assim perturbar o governo Dilma:
“Palocci é uma espécie de salvaguarda do bom senso no governo. Uma saída do ministro poderia ter impacto negativo nas decisões de investimento de longo prazo”, disse um banqueiro à Folha de São Paulo.
“Palocci é a ponte para reformas de mais fôlego no Congresso. Em um governo em que o longo prazo já não existia muito, se a situação do ministro se complicar, esse será um governo apenas de curto prazo”, avaliou Sérgio Vale, economista da MB Associados.
É isso que eles querem, pouco importa a situação econômica do país. Para a Rede Gloebbels, quanto pior melhor.
Mas, foi a moribunda oposição que ajudou a criar a brecha legal que hoje ajuda Palocci como demonstrou José Roberto de Toledo. Leiam o que ele escreveu no Estadão na quinta-feira:
“O Executivo federal apresentou, em 2006, um projeto de lei para proibir os chamados funcionários públicos “anfíbios” de usarem informações privilegiadas obtidas no exercício do cargo para se beneficiarem financeiramente.O projeto de lei proíbe, entre outras coisas, que servidores de alto escalão – desde ministros aos assessores de nível superior 5 e 6 – se licenciem do serviço público sem remuneração para prestar qualquer tipo de serviço de consultoria privada.Na época, houve notícia de funcionários da Receita Federal e do Banco Central que ganhavam dinheiro com informações obtidas no exercício da função pública alternando períodos no serviço federal e na iniciativa privada.O texto, elaborado pela Controladoria Geral da União (CGU), também ampliava de quatro meses para um ano a “quarentena” durante a qual quem deixa o governo fica proibido de exercer função que entre em conflito com o interesse público.O projeto teve sua tramitação retardada na Câmara por um recurso do deputadoRodrigo Maia (DEM-RJ), em 2008, que evitou sua aprovação definitiva pela comissão que o apreciava. Assinaram o recurso 52 deputados, a maioria do DEM, mas também alguns do PSDB.A justificativa técnica foi que a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público não realizou audiência pública sobre o projeto. O argumento político foi que o texto dava poderes excessivos para a Comissão de Ética Pública. Como consequência, o projeto teve de entrar na interminável fila de votação do plenário.Mesmo que tivesse sido aprovado pelo Congresso e entrado em vigor, o projeto não contemplaria o caso do ministro Antonio Palocci. O atual ministro-chefe da Casa Civil enriqueceu prestando consultoria depois de deixar o Ministério da Fazenda, em março de 2006, e após cumprir a “quarentena”.As contestações atuais se devem ao fato de ele ter voltado ao governo sem que se saiba quais foram seus clientes de2006 a 2010. Sem essa informação, é impossível para a CGU, por exemplo, verificar se as empresas para as quais Palocci prestou serviço gozam de tratamento privilegiado na atual gestão.Infelizmente, ninguém descobriu até agora uma legislação que obrigue o ministro a tornar públicos os nomes de seus antigos clientes. Palocci argumenta que não pode revelá-los porque está sujeito ao sigilo comercial. Assume, assim, o desgaste político da falta de transparência, mas escapa pelos buracos da legislação.Como sempre repetem alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), todos são inocentes até que se prove um fato concreto cuja definição como crime esteja prevista em lei. Para sorte de Palocci, até a oposição ajudou que a legislação seja ineficiente e omissa.”
Assinar:
Postagens (Atom)





